Bárbara Fonseca representou Clube em debate sobre avanços da modalidade | Foto: WIFS/Divulgação
Nos dias 14 e 15, segunda e terça-feira, o Futebol Feminino do Grêmio esteve representado na primeira edição do Women’s International Football Summit (WIFS), no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Na ocasião, a Executiva Bárbara Fonseca participou de painel sobre a evolução da modalidade, ao lado da Diretora de Legado e Relações Institucionais da Copa do Mundo FIFA 2027, Aline Pellegrino, e da Diretora de Futebol Feminino Profissional do São Paulo, Cléo Prado, como mediadora.
O evento, considerado pioneiro dedicado ao desenvolvimento, à profissionalização e ao fortalecimento da indústria do futebol feminino no Brasil, reuniu centenas de pessoas nos dois dias de realização. Com a proposta de se consolidar como um ponto de encontro estratégico para os principais profissionais do setor, o WIFS foi voltado à geração de negócios, à construção de parcerias e à capacitação de profissionais que atuam direta ou indiretamente na modalidade.
No debate “Impacto, inspiração e fortalecimento da modalidade feminina para 2027”, um dos principais assuntos abordados foi a Copa do Mundo no Brasil, que acontece ano que vem. Nesse contexto, a executiva de Futebol Feminino do Grêmio ponderou que o crescimento da modalidade deve ir além do evento.
“Essa visão que eu tenho trazido para o Grêmio, para entendermos o momento do futebol feminino e a importância dessa janela histórica para que consigamos consolidar essa evolução da modalidade nos meses que virão”, disse Bárbara.
“Falar de visibilidade não é a mesma coisa de falar de legado. Teremos visibilidade, mas precisamos fazer muito bem feito para que fique o legado e de fato a gente consiga transformar ainda mais o futebol feminino no pós, na hora que os holofotes apagarem”, afirmou ela.
Para a diretora da Copa, Aline Pellegrino, o Mundial não será realizado no país por acaso - e sim pelo desenvolvimento que a modalidade teve aqui. “É muito importante olharmos para trás, vermos tudo que caminhamos e termos a certeza de que avançamos, e ainda temos muito para avançar”, avaliou.
“São vários atores envolvidos nessa construção, visibilidade não é só o jogo estar na televisão, é um contexto macro. A gente tem uma responsabilidade conjunta de fazer com que o legado não seja só uma consequência, que seja uma estratégia de cada um, dentro do seu contexto: clubes, federações, atletas, CBF, Conmebol, FIFA”, argumentou Aline. “Essa é a minha grande provocação. Vivemos hoje o melhor momento do futebol feminino e com certeza essa Copa vai impulsionar ainda mais”, concluiu.
O painel ainda abordou temas como a infraestrutura ofertada à modalidade nos diferentes estados, o aumento no número de competições e a importância de fomentar as categorias de Base, entre outros. A realização do WIFS foi feita pela Confut, empresa com experiência na promoção de debates e na criação de conexões estratégicas para o mercado esportivo, com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer.
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Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
| Idioma do conteúdo: Português - Brasil |
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